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24 de Maio de 2022

Seminário Inova Agro enfatiza a necessidade da tecnologia para o agronegócio


Acrescentando aos mais de 50 eventos que acontecerão durante a Expoingá de 2022, ocorreu na última sexta-feira (06) o II Seminário Inova Agro, cujo objetivo foi mostrar a importância da tecnologia para o agronegócio. O palestrante do encontro foi Luis Rasquilha, profissional especialista em marketing e CEO da Inova Trends Innovation Ecosystem. Apesar do foco de Rasquilha não ser o agronegócio, ele abordou a necessidade de todo ramo empresarial se digitalizar pouco a pouco, acompanhando o cenário moderno para continuar expandindo e alcançando públicos novos. Não à toa, o lema da conversa foi “Futuro do Agro: tendências e inovações para o agronegócio”. O seminário foi feito em parceria com a Sociedade Rural de Maringá e o SEBRAE, contando inclusive com a presença de Maria Iraclézia de Araújo, presidente da SRM, e Wendell Gussoni, gerente do SEBRAE, além de membros do IDR, da UEM e das Agroligadas.

 

A proposta do encontro foi disseminar o conhecimento e promover a inovação no campo, trazendo o tema da inovação para a discussão. Com isso, Rasquilha esclarece que é importante a digitalização dos negócios ser palpável para o produtor, melhorando os processos produtivos e a comercialização dos alimentos no dia a dia. Para isso, é preciso que  os desenvolvedores de novas tecnologias entendam as dificuldades do produtor para sugerir melhorias factíveis e simplifiquem os meios de entendimento para aproximar a tecnologia das pessoas. “O inovador precisa se conectar com quem produz”, nas palavras de Rasquilha.

 

O foco da apresentação no contexto rural é a gestão para o agro. Em sua palestra, o especialista se apoiou em tópicos, iniciando em introdução e enquadramento, passando pelo legado da década 2010 a 2020, abordando também os desafios da década 2020 a 2030 e finalizando sua apresentação com as empresas do futuro. Ele explica que a tecnologia pode ser aplicada nas novas formas de trabalho, levando à evolução dos modelos econômicos para o futuro da agricultura e criação de animais. Segundo Rasquilha, a transição para as tecnologias do futuro é uma certeza, então é preciso que o agronegócio se adapte a isso. Essa transição vem acontecendo desde 2007, quando houve a chegada do primeiro smartphone e iniciou-se a quarta revolução industrial, no chamado momento lifeware (que une a vida, os softwares e hardwares).

 

É preciso por exemplo prestar atenção nos projetos de alimentação em nível global, agregando o que há de mais atual do ramo para melhorar o próprio negócio e adequar-se ao contexto digital. A utilização dos drones é um exemplo da modernidade aplicada ao agronegócio, provando que a tecnologia, digitalização e inovação permeiam qualquer negócio de sucesso. “É uma questão de tempo até o sinal chegar ao campo, então não é uma barreira de longo prazo e a pandemia foi um acelerador do que já era identificável, conectando mais ainda as pessoas e trazendo-as para o mundo digital”, afirmou Luis Rasquilha.

 

Redação: Nicole de Alencar Broetto



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